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Psicologia
Perfil do Egresso

A formação oferecida pelo curso de Psicologia da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Ipatinga contribui para aqueles que nela ingressam como discentes, internalizem valores de responsabilidade social, justiça e ética profissional.

O egresso do curso de Psicologia da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Ipatinga deverá apresentar capacidade para:

I.    Compreender os fenômenos e processos psicológicos, considerados em sua pluralidade de objetos, métodos, teorias e técnicas;
II.    Desenvolver ações de prevenção, promoção e reabilitação da saúde mental, tanto em nível individual como coletivo;
III.    Decidir visando a conduta mais adequada, baseada em evidências científicas e na ética;
IV.    Tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração da força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem empreendedores, gestores, empregadores ou líderes nas equipes de trabalho;
V.    Buscar conhecimento continuadamente, a fim de manter-se atualizado em relação ao conhecimento científico produzido na área da psicologia e em áreas afins.

Entre as competências e habilidades especificadas nas Diretrizes Curriculares para o Curso de Psicologia e esperadas ao egresso, destacamos:

Competências e habilidades gerais

  • Estar aptos a desenvolver ações com qualidade de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Sendo a prática realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde.
  • Possuir habilidades para avaliar, sistematizar e decidir a conduta mais apropriada;
  • Ser comunicativos, utilizando-se da comunicação verbal, não verbal e habilidades de escrita e leitura; bem como, o uso de tecnologias de comunicação e informação;
  • Manter a confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o público em geral;
  • Estar aptos a serem gestores e assumirem posições de liderança no trabalho em equipe multiprofissional de saúde;
  • Exercer, além das atividades técnicas pertinentes a profissão, o papel de educador, gerando e transmitindo novos conhecimentos para a formação de novos profissionais e para a sociedade como um todo.


Competências profissionais

  • Identificar e analisar necessidades de natureza psicológica, diagnosticar, elaborar projetos, planejar e agir de forma coerente com referenciais teóricos e características da população-alvo;
  • Identificar, definir e formular questões de investigação científica no campo da Psicologia, vinculando-as a decisões metodológicas quanto à escolha, coleta, e análise de dados em projetos de pesquisa;
  • Realizar diagnóstico e avaliação de processos psicológicos de indivíduos, de grupos e de organizações;
  • Coordenar e manejar processos grupais, considerando as diferenças individuais e sócio-culturais dos seus membros;
  • Atuar inter e multiprofissionalmente, sempre que a compreensão dos processos e fenômenos envolvidos assim o recomendar;
  • Atuar profissionalmente, em diferentes níveis de ação, de caráter preventivo ou terapêutico, considerando as características das situações e dos problemas específicos com os quais se depara;
  • Realizar orientação profissional, aconselhamento psicológico e psicoterapia;
  • Elaborar relatos científicos, pareceres técnicos, laudos e outras comunicações profissionais, inclusive materiais de divulgação;
  • Saber buscar e usar o conhecimento científico necessário à atuação profissional, assim como gerar conhecimento a partir da prática profissional.


Habilidades profissionais

  • Levantar informação bibliográfica em indexadores, periódicos, livros, manuais técnicos e outras fontes especializadas através de meios convencionais e eletrônicos;
  • Planejar e realizar várias formas de entrevistas com diferentes finalidades e em diferentes contextos;
  • Analisar, descrever e interpretar relações entre contextos e processos psicológicos e comportamentais;
  • Descrever, analisar e interpretar manifestações verbais e não verbais como fontes primárias de acesso a estados subjetivos;